sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Corintios 13 (Bíblia Sagrada)

Ainda que eu falasse a língua dos homens e que falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria. E ainda que tivesse o dom de profecia e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

O amor é sofredor, é benigno, o amor não é invejoso, o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal.
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade.

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha, mas havendo profecias, serão aniquiladas, havendo línguas, cessarão, havendo ciência, desaparecerá.
Porque em parte, conhecemos, e em parte, profetizamos.

Mas quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte, será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas logo que cheguei a ser adulto, acabei com as coisas de menino.

Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face, agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, esses três, mas o mais importante desses é o amor.



                             Foto- a autora

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